Painéis elétricos industriais
Cada aplicação exige um painel diferente
Comando, automação, potência, sob medida e retrofit. Fornecimento completo, do projeto ao painel testado.
Comando e automação
O painel que decide
CLP, IHM, entradas e saídas digitais e analógicas, relés de interface, cabo blindado para sinal analógico e régua de bornes separada por natureza de sinal. A lógica do processo é desenvolvida como parte do painel.
Potência
O painel que aciona
Disjuntores caixa moldada, partida direta, soft-starter, inversor de frequência, proteção coordenada e ventilação forçada. A escolha entre partida direta, soft-starter e inversor é consequência da carga e do regime de partida — não preferência.
Sob medida
Quando o catálogo não resolve
Distribuição dedicada, comando específico de máquina, ampliação de painel existente e montagem em gabinete alto tipo rack.
Retrofit
Quando a máquina ainda serve e o comando não acompanha mais
Componente sem reposição, esquemático que não corresponde ao que está montado, manutenção que depende de uma pessoa só, comando remendado ao longo dos anos.
A Mariano levanta o que existe, projeta, monta, testa e entrega o painel novo pronto para substituição — com a documentação que faltava.
A substituição em campo fica com a equipe da planta ou com o montador de confiança do cliente.
Antes de cotar
O que avaliamos
- A aplicação — o que o processo faz e em que sequência
- A condição de operação — temperatura, poeira, umidade, lavagem, vapor
- A carga real — potência, regime de partida, simultaneidade
- Quem vai manter — o que a equipe precisa encontrar ao abrir o painel
- O que já existe — o que precisa ser preservado ou integrado
Escopo
O que entra e o que não entra
Entra: levantamento, projeto elétrico e de automação, esquemático, lista de materiais, montagem, identificação, lógica do processo e teste em bancada.
Não entra: montagem industrial, infraestrutura elétrica de campo e programação avulsa de CLP de terceiros.
Fornecedor que não define escopo é fornecedor que vai discutir escopo no meio da obra.
Descreva a aplicação. A cotação vem depois.
Mande o que o processo precisa fazer, a potência envolvida e a condição de operação. Se faltar informação, a gente pergunta antes de orçar.